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3 ago
Desafios Olímpicos Postado Por: Por Bruno Loturco (colaborador Maurício Besana), Téchne Pini, Julho 2016

Em um megaevento mundial - como são os jogos olímpicos - tudo parece ser superlativo. A Olimpíada Rio 2016, por exemplo, movimentou um volume de recursos da ordem de R$ 37,6 bilhões na cidade do Rio de Janeiro, investimento que inclui as obras de infraestrutura, acomodação de atletas e parques esportivos. Ao todo, são 33 locais de competição, situados nas regiões da Barra, Deodoro, Maracanã e Copacabana. Apenas em instalações esportivas, os investimentos - com recursos oriundos dos Governos Federal e Municipal e de parcerias público-privadas (PPPs) - totalizam mais de R$ 6 bilhões, divididos em R$ 2,34 bilhões no Parque Olímpico da Barra, a maior das instalações, com 1,18 milhão de metros quadrados de área, R$ 2,9 bilhões na Vila dos Atletas e R$ 835,8 milhões em Deodoro.



Cada uma das obras apresentou complexidades peculiares, com soluções distintas para cada caso. Em comum, uma novidade para a engenharia brasileira: a previsão de ponto único de falha (PUF) para colapso progressivo da estrutura. Tal recurso é uma exigência do Comitê Olímpico Internacional (COI) para garantir a segurança no caso de um ataque terrorista.


Outro desafio inerente a todas as obras realizadas diz respeito ao uso futuro das instalações. Como algumas delas não teriam utilidade para a cidade, para promover a criação de legado há estruturas que serão desmontadas. É o caso do Estádio Olímpico de Esportes Aquáticos e da Arena do Futuro. Os elementos desta darão origem a quatro escolas municipais. Por isso, o processo de desmontagem e de construção das escolas teve de ser considerado quando do projeto inicial, o que elevou o nível de complexidade para os projetistas envolvidos.

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